Nega Gezebel me disse na madrugada azul que janeiro já tinha passado por aqui...Olhei para os lados irrequietos e sim já tinha entendido que janeiro passou. por ali também E eu nem consegui ainda desfazer minha mala. Na verdade que gosto mais de fazê-la...mesmo que ultimamente ando arrumando a mala meia hora antes de viajar. é ...janeiro passou e dedilhou a espinha com intensidade, as entranhas nem quero comentar...Nas minhas mãos deixou saudade de um amor que não plantou...e se eu alimentar o doce querer de que renasças em mim.?..a vida de janeiro anda dando sinais de que será um grande ano de se plantar em mim...em mundo...em outros lugares...ano de plantar caminhos e andanças...
Em janeiro já andei por caminhos de Corrientes, com direito até a um passaporte correntino, noites cheias de chamamé. Pessoas que contemplam chamamé e isso emocionou-me sem medida. Tempo de se conhecer gentes, outras gentes, reencontrar outras, mas especialmente sentir saudades das que tiveram em noites azuis dezembrais... ME apaixonei de novo e meu coração ficou por la costanera correntina, com ares da capital federal. Tudo bem, sempre vou me apaixonar pelas gentes que acrescentam olhares úmidos nos meus dias. Ele comia um prato de salada de tomate com queijo, falava da falta de boas histórias. e sorriu....aquella sonrisa... Me apaixonei denovo, mas fomos embora depois de um abraço. Como encontrar-te agora, sonhador?. Também em janeiro me re-apaixonei, fiquei longe, senti saudade, encontrei sentido...Um abraço forte no meio-dia e admito como estava com saudade de ti em janeiro. Mas no fundo, sinto saudade inquieta das madrugadas de outros tempos...sei que andas por caminhos de sotaques distinstos dos meus...e te espero com as mãos quentes para que regogite um amor, ou apenas uma poesia de ver o mundo com intensidade. Quanta saudade é possível guardar em mim, (divido elas com Gezebel)? Foi também em janeiro que me desapaixonei, sem ter dado tempo de me apaixonar. Não gosto que curtam tudo que sou e que faço, não sou este mar de perfeição para que me idolatres sem provar do meu fel...e às vezes sou mais fel do que mel (perdoa-me mundo, mas sou, também fel, por isso me escondo e não gosto quando me encontras a insistir em atenção)...
Em janeiro já andei por caminhos de Corrientes, com direito até a um passaporte correntino, noites cheias de chamamé. Pessoas que contemplam chamamé e isso emocionou-me sem medida. Tempo de se conhecer gentes, outras gentes, reencontrar outras, mas especialmente sentir saudades das que tiveram em noites azuis dezembrais... ME apaixonei de novo e meu coração ficou por la costanera correntina, com ares da capital federal. Tudo bem, sempre vou me apaixonar pelas gentes que acrescentam olhares úmidos nos meus dias. Ele comia um prato de salada de tomate com queijo, falava da falta de boas histórias. e sorriu....aquella sonrisa... Me apaixonei denovo, mas fomos embora depois de um abraço. Como encontrar-te agora, sonhador?. Também em janeiro me re-apaixonei, fiquei longe, senti saudade, encontrei sentido...Um abraço forte no meio-dia e admito como estava com saudade de ti em janeiro. Mas no fundo, sinto saudade inquieta das madrugadas de outros tempos...sei que andas por caminhos de sotaques distinstos dos meus...e te espero com as mãos quentes para que regogite um amor, ou apenas uma poesia de ver o mundo com intensidade. Quanta saudade é possível guardar em mim, (divido elas com Gezebel)? Foi também em janeiro que me desapaixonei, sem ter dado tempo de me apaixonar. Não gosto que curtam tudo que sou e que faço, não sou este mar de perfeição para que me idolatres sem provar do meu fel...e às vezes sou mais fel do que mel (perdoa-me mundo, mas sou, também fel, por isso me escondo e não gosto quando me encontras a insistir em atenção)...
Janeiro nem passou todo rápido ainda, e já deixou tantas inquietudes com o mundo e a reafirmação de quem um outro mundo é possível. Sim, nós sempre acreditamos, quando na juventude que era possível. Eu na verdade, confesso que não teria sentido na minha infância se não acreditasse que OUTRO mundo era possível, se bem que acreditava que ele ia em sentido contrário do que via nos mapas. Coisa de criança..um dia vou lhes contar com sempre fui do avesso. Dias de Fórum Social Temático em Porto Alegre, vontade de fazer mais malas e sair a andar, por que não se pode falar de mundo, de problemas, de soluções, sem sentir cheiro de gentes e gosto de suas mazelas e de seus estados circunstanciais de felicidade. Não se pode e não acredito em que tem apenas discurso, quase nada de empirismo...Gosto de lirismo e de sonar poético, mas ele não tem verso se não tem cheiro, gosto, calor de gentes e de seus mundos. Meu irmão Rafael Wilhelm esteve por aqui reascendeu a vontade de acreditar no outro, no privilégio que temos de poder acreditar que é possível fazer mais...
Janeiro já passou, e às vezes ele foi duro quando me ensinou que há que se viver com mais intensidade e verdade na alma, por que de repente, não mais que de repente a vida dá duros golpes. Descobri este mês que sinto medo de perder meu pai por uma doença...sinto medo, muito medo de que a vida seja curta demais para dizer o quanto tenho vontade de amar...
Foram todas as coisas de janeiro...quando fevereiro vir estarei com meu coraçã oaberto, minha alma continuamente inquieta, meu mundo como sempre com insatisfação crônica, afinal tudo isso me faz viver um ano mais de caminhos...ano de caminhar e de sentir saudades....EStava certa Gezebel em me dizer que janeiro já passou, melhor assim pq em fevereiro é tempo de carnaval, samba e a vontade de mar....é tempo de te dar minhas mãos em concha para que aconchegues teu mar de vontades de renascer...
Foram todas as coisas de janeiro...quando fevereiro vir estarei com meu coraçã oaberto, minha alma continuamente inquieta, meu mundo como sempre com insatisfação crônica, afinal tudo isso me faz viver um ano mais de caminhos...ano de caminhar e de sentir saudades....EStava certa Gezebel em me dizer que janeiro já passou, melhor assim pq em fevereiro é tempo de carnaval, samba e a vontade de mar....é tempo de te dar minhas mãos em concha para que aconchegues teu mar de vontades de renascer...
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