Foi na manhã de ontem!! E foi na noite de ontem!!
Uma súbito torpor de felicidade invadiu meus poros ontem enquanto subia a avenida Ipiranga, em Porto Alegre. Não existia nenhum motivo aparente que fosse especial para mim estar sentindo aquela alegria tão verdadeira. Não recebi nenhuma carta de amor, nem uma ligação especial, não tinha ganhado na loteria, quanto menos conseguido um apartamento para morar ou qualquer coisa que pudesse me preencher de satisfação. Mas era uma manhã de outono. O sol fresco das nove horas da manhã tocava minha sensibilidade. O frescor ao passar pelas áreas de sombra me causavam arepios. Um ótimo arepio corria meu sangue. Me pus a pensar no sentimento da felicidade. E não sou louca não, apenas acredito demais na vida. Por vezes queria encontrar na rua, numa manhã como a de ontem alguém que compartilhasse comigo dessas vivências tão sensíveis que é o mundo...
Como dizia pensei na felicidade, não tinha como acreditar neste meu caminhar que a felicidade dependa única e exclusivamente de circusntância, afinal há um estado de felicidade, e era este que estava sentindo naquele momento. Fiquei pensando que queria compartilhar essas minhas percepções com o mundo, talvez apenas com alguém especial ao final do meu destino. Não tive essa sorte, o peso do dia, os dramas impostos nas circunstâncias e a nuvens que correm rápido demais nas pessoas que estavam ao meu redor, me fizeram interiorizar aquele sentimento fresco de felicidade proporcionados pelo sol de uma manhã de outono. Aí, pensei (sem medo de ser como sempre questionada): ser feliz é mais simples do que se imagina, é apenas abrir os poros e deixar-se invadir pela vitalidade de um dia.
E essa enrolação toda é para lhes contar que é isso que sinto nas minhas fotos, nos meus textos, essas sensações que não são colocadas para fora a partir da minha voz, mas de outras linguagens na qual consigo mostrar o que sou, e o que vejo no mundo. No meu olhar, na minha observação incansável sobre o outro, nessa busca de encontrar por meio do visor a essência de um sorriso...que gostaria que fosse real...que entendesse a si mesmo! É na minha narrativa que construo a fluidez dos meus sentimentos e das minhas vontades...

Essas fotos foram feitas num final de tarde em Charrua, lá onde tudo é silêncio, outono e frescor!!
Como dizia pensei na felicidade, não tinha como acreditar neste meu caminhar que a felicidade dependa única e exclusivamente de circusntância, afinal há um estado de felicidade, e era este que estava sentindo naquele momento. Fiquei pensando que queria compartilhar essas minhas percepções com o mundo, talvez apenas com alguém especial ao final do meu destino. Não tive essa sorte, o peso do dia, os dramas impostos nas circunstâncias e a nuvens que correm rápido demais nas pessoas que estavam ao meu redor, me fizeram interiorizar aquele sentimento fresco de felicidade proporcionados pelo sol de uma manhã de outono. Aí, pensei (sem medo de ser como sempre questionada): ser feliz é mais simples do que se imagina, é apenas abrir os poros e deixar-se invadir pela vitalidade de um dia.
E essa enrolação toda é para lhes contar que é isso que sinto nas minhas fotos, nos meus textos, essas sensações que não são colocadas para fora a partir da minha voz, mas de outras linguagens na qual consigo mostrar o que sou, e o que vejo no mundo. No meu olhar, na minha observação incansável sobre o outro, nessa busca de encontrar por meio do visor a essência de um sorriso...que gostaria que fosse real...que entendesse a si mesmo! É na minha narrativa que construo a fluidez dos meus sentimentos e das minhas vontades...
Essas fotos foram feitas num final de tarde em Charrua, lá onde tudo é silêncio, outono e frescor!!
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